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RESULTADOS:

Brooks Koepka No. 1o ranking mundial profissional - foto Golf Digest


*** EUROPEAN TOUR

Roma (GOLFEMPRESAS) - O austriaco sagrou-se campeão do Aberto da Italia realizado no Olgiata Golf Club, em Roma, e levantou um cheque por € 1.059.540,49.

1 AUT WIESBERGER, Bernd -16
2 ENG FITZPATRICK, Matthew -15
3 USA KITAYAMA, Kurt -12
T4 ENG JOHNSTON, Andrew -11
T4 SCO ACINTYRE, Robert -11
T4 AUT SCHWAB, Matthias -11
T7 ITA LAPORTA, Francesco -9
T7 IND SHARMA, Shubhankar -9
T7 ENG WALLACE, Matt -9


*** ABERTO DO ITANHANGÁ

Rio de Janeiro (GOLFEMPRESAS)- O paulista Guilherme Grinberg foi o campeão do 57o. Aberto do Itanhangá Golf Club. no Rio de Janeiro.

A classificação final no scratch

1 Guilherme Nunes Grinberg -2 66 72 69 207
2 Daniel Kenji Ishii +2 71 68 73 212
3 Victor Maciel dos Santos E 72 72 71 215
4 Matheus Park +6 66 79 77 222
5 Breno Domingos da Silva +3 78 79 74 231
6 Deivid Barbosa de Oliveira +8 79 81 79 239



*** PGA TOUR LATINOAMERICA

Quito, Equador (GOLFEMPRESAS)- O argentino Augusto Nuñez sagrou-se campeão do Banco del Pacifico Open, torneio do PGA Tour Latinoamerica, onde o brasileiro Rodrigo Lee não superou o corte classificatório.

A classificação final


1 Augusto Nunez ARG -22 68 67 64 67 266
2 Clodomiro Carranza ARG -16 63 66 72 71 272
3 Evan Harmeling USA -14 69 69 68 68 274
T4 Camilo Aguado COL -13 73 67 72 63 275
T4 Tommy Cocha ARG -13 65 70 71 69 275
T4 Ricardo Celia COL -13 69 65 70 71 275
T7 Alex Weiss USA -11 68 70 72 67 277
T7 Tom Whitney USA -11 69 70 69 69 277
T7 Shad Tuten USA -11 69 69 67 72 277

Rodrigo Lee, o único jogador profissional brasileiro que participou do torneio no Equador, não superou o corte classificatório estabelecido em -1 ao anotar sete tacadas acima do par nas rodadas iniciais.


*** TOUR ASIÁTICO

Taiwan (GOLFEMPRESAS) - O brasileiro Adilson da Silva com -9 foi o vice-campeão do Taiwan Masters, do Tour Asiático, encerrado neste domingo no Taiwan Golf and Country Club.

Adilson ficou a uma tacada do campeão, o tailandês Suradit Yongcharoenchai, que ganhou venceu com 278 tacadas (71-69-68-70) tacadas, 10 abaixo, contra 279 (72-71-68-68), nove abaixo do profissional gaúcho que reside há duas décadas na África do Sul.

Com a boa classificação que lhe rendeu U$72 mil, Adilson mantem possibilidades de classificar para os Jogos Olímpicos de Tokio.

Na homepage desde portal Golfempresas o leitor pode acessar o ranking mundial, atualizado ao instante.


*** ABERTO DO SÃO PAULO GOLF CLUB

São Paulo (GOLFEMPRESAS)- Matheus Park do Paradise sagrou-se campeão do 75o. Aberto do São Paulo Golf Club.

A classificação final no scratch

1 - MATHEUS PARK Park PAGC 205
2 - DANIEL KENJI ISHII IGC 209
3° - GUILHERME GRINBERG SPGC 209
4° PEDRO C. LIMA SPGC 211
5° LUIZ PEREIRA DE ALMEIDA SPGC 215
6° RODRIGO L. SOARES S/C 221
7° PEDRO MARCHIONI SPGC 222
8° PIETRO ALVIM SFGC 222
9° VICTOR MACIEL DOS SANTOS ALF 224

Foi o segundo título de Park em torneios do ranking mundial amador de golfe (WAGR) nesta temporada.

Depois de uma má estreia, onde fez dois duplos bogeys, Matheus reagiu no sábado para começar a volta final apenas uma tacada atrás dos dois líderes, que jogavam em casa: Pedro da Costa Lima, o Pepê, que buscava seu sexto título do Aberto do São Paulo, desde 2007, e Gui Grinberg, campeão de cinco torneios do WAGR, em 2019.

Tendo como caddie o gaúcho Andrey Xavier, desclassificado por assinar cartão errado no dia anterior, Matheus errou muito pouco e não deu chances ninguém o atacar.

Virada – Enquanto Gui começa o dia com nove pares seguidos e Pepê com um bogey no 1, para jogar uma acima de ida, Matheus fazia quatro birdies nos oito primeiros buracos para ser o novo líder do torneio.

Nem mesmo um bogey “salvo” no 9, depois de bater a primeira para a água deste traiçoeiro par 3, seu único tropeço do dia, impediu que Matheus caminhasse tranquilo para a vitória, consolidada com um birdie no 11 e um eagle-3 no buraco 3, onde sua segunda tacada acertou a bandeira para quase um albatroz.

Com grande vantagem, Matheus se permitiu atacar a bandeira do 17, de par 5, com a segunda tacada, jogando por cima das árvores do buraco em curva para a esquerda, e a bandeira de domingo do 18, muito perto da água.

Errou os dois tiros, mas fez par em ambos, incluindo uma magistral saída de banca no buraco final, onde bateu da areia, em descida, com a água muito perto, no fundo, mas deixou a bola a menos de um metro do buraco, para confirmar a conquista de um dos títulos mais cobiçados do Brasil, com 205 (73-67-65) tacadas, oito abaixo do par.

Resultado que coloca Matheus, talvez o jogador que bate mais longe no Brasil na atualidade, de volta na disputa para a Los Andes, o Sul-Americano por Equipes, onde há sete pretendentes para cinco vagas.

Destaques – Daniel Kenji Ishii, do Itanhangá, número 2 do Brasil e mais bem ranqueado em campo, começou o dia em quarto lugar, a três tacadas atrás dos líderes, mas fez a segunda melhor volta do domingo para ainda ser vice-campeão com 209 (73-69-67) tacadas, quatro abaixo no dia e no total.

Kenji fez seis birdies, quatro deles em cinco buracos (10 ao 14). Mesmo fechando o torneio com bogey no 18, para dividir o segundo lugar, Kenji levou o troféu de vice-campeão por ter jogado melhor nos nove buracos finais. Kenji e Matheus foram os únicos com duas voltas abaixo de 70 na semana.

Gui Grinberg, um dos líderes da véspera, foi o outro vice-campeão, sem troféu na scratch, mas com direito à taça de campeão entre os de handicap até 8,5.

Depois de copiar o cartão por 12 buracos seguidos, e de um birdie no 13, Gui não progrediu mais e também terminou com 209 (68-71-70) tacadas, quatro abaixo. Pepê terminou em quarto, com 211 (69-70-72). Destaque ainda para o veterano Luiz A. P. Almeida, o Gugu, do São Paulo, quinto colocado com 215 (70-73-72), duas acima.

Rodrigo Lacerda Soares Filho, o Lilica, que mora na Suíça há 15 anos, foi outro destaque do Aberto de seu ex-clube. Liderou no primeiro dia e terminou em sexto, com 221 (68-74-79). Depois de jogar bem por 27 buracos, Lilica sucumbiu à falta de ritmo de competição.

Pedro Marchioni, do São Paulo (74-73-75) e Pietro Alvim, do São Fernando (74-70-78), empataram em sétimo, com 222, seguidos por Victor Santos, do Alphaville, com 224 (76-68-80). Johnnie Costa Lima, pai de Pepê, completou os Top 10, com 224 (74-78-73).

Handicaps – O pódio da categoria com até 8,5 de handicap índex teve Gui, campeão com 212 (69-72-71), seguido por Gugu, que levou o troféu de vice-campeão com 215 (70-73-72), mesmo total de Victor Santos, do Alphaville (73-65-77), o terceiro colocado.

Marchioni e Alvim terminaram uma tacada atrás. Na 8,6 a 14, num pódio só do São Paulo, Jiahai Huang venceu com 209 (69-71-69), seguido por Mauricio Lopes, com 213 (72-69-72), e por Jose Henrique Moreira, com 214 (71-79-64). Claudio Pedone, com 215 (71-69-75) e Tarek Farahat, com 216 (73-73-70), ambos do São Paulo, terminaram a seguir.

Na 14,1 a 19,4, venceu Luis Garcia, do São Paulo, com 214 (67-75-72), no desempate com Cassio Filizola, do Clube de Campo (71-70-73). John von Christian, do São Paulo, ficou em terceiro, com 216 (72-68-76), seguido por Antônio Luiz Lang, da FPG, com 217 (74-64-79), e por Carlos Cruz, do São Fernando (72-80-68), e Flavio Maschietto, do São Paulo (68-70-82), com 220.

Equipes – Houve ainda dois troféus por equipes (clubes), ambos ganhos pelo São Paulo. No torneio por equipes scratch os campeões foram Gui Grinberg e Pepê Cosa Lima. Já na classificação por handicaps o clube campeão teve Claudio Pedone, João Augusto Vicente Jr. e Flávio Maschietto.

Os prêmios foram entregues por Gustavo Vicenzotto, capitão do São Paulo GC; Ademir Mazon, vice-presidente da Federação Paulista de Golfe, e por Sérgio Magalhães, representando o patrocinador Master, o Bradesco Private Bank, que ofereceu ainda um brinde aos campeões das quatro categorias.



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