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PGA do Brasil pede que CBG cuide do amador sem interferir no profissional

Copa Los Andes - foto div.

O Golfe no Século XXI

(sintese do extenso documento da presidencia da PGA do Brasil)

Por Luiz Martins*

SÃO PAULO (GOLFEMPRESAS)- A PGA do Brasil divulgou documento manifestando que a CBG deveria zelar pelo golfe amador no seu pior momento de resultados internacionais sem interferir no trabalho dos profissionais de golfe.

O documento deixou aberta a negociação para uma futura aliança em prol do esporte, respeitando os roles de cada entidade.

“...nós somos a entidade que congrega, reúne, representa os profissionais de esta modalidade e atua de forma responsável e profissional desde 1970”, como acontece em qualquer pais do mundo, expressa o documento lançado com o nome de O Golfe Brasileiro no Século 21 que contêm varias objeções ao trabalho da atual administração da CBG.

O documento exemplifica que a USGA e a PGA atuam nos estados Unidos vivem em harmonia total e não tratam de realizar coisas que não são de sua competência, ao contrario da conduta da CBG em relação ao golfe profissional.

O presidente da PGA do Brasil, Luiz Martins, expressou no documento que “desde o princípio do ano fomos manifestar o desejo de aliar-se a CBG, com as respostas evasivas e distantes. Antes e depois, tudo continuou a mesma coisa. Todos querem mandar na PGA Brasil e nos profissionais”.

O documento disse que a CBG “deixou de aproveitar o apoio oferecido por nossa entidade desde fevereiro...e o golfe amador com toda a estrutura e organização que tem a CBG ainda não conseguiu provar nada para o país, mesmo porque, os torneios internacionais mostram que o Brasil esta longe de Argentina, Colômbia, Chile, Venezuela e ate Peru, perdendo ate pra Bolívia”.

O time feminino foi rebaixado na edição 2017 da Copa Los Andes e na edição 2016 tinha sido rebaixado a equipe masculina.

Para a PGA do Brasil “O que temos que fazer na verdade, e trabalhar para todos e não tratar de agradar uns poucos...”

A aliança entre a PGA BRASILe a CBG “colocaria um basta em todo esse problema e o golfe por sua vez estaria na direção certa, rumo ao crescimento, em um ambiente tranquilo e harmonioso, pois, cada um cuidaria de seu segmento e suas responsabilidades e passaríamos a absorver os frutos dessa parceria...um golfe melhor dentro e fora do País”.

* Presidente da PGA do Brasil

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